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ANNOUNCEMENT: |
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Até ao final de 2007 KEMRI promete concluir ensaios da 2ª fase de vacina contra malária Duzentos e cinquenta crianças participam nos ensaios orientados pelo KEMRI na província de Cost ARSENIO MANHICE, Moçambique QUÉNIA poderá ter, até ao final do presente anos, resultados dos testes clínicos da segunda fase dos ensaios que decorrem para encontrar uma vacina contra a malária. A vacina está a ser administrada a um universo de 250 crianças de idades compreendidas entre um e três anos por um centro de denominado Kenya Medical Reseach Institute (KEMRI). Pela ocasião do Dia de Luta Contra a Malária em África que se assinalou no presente ano, jornalistas dos nove países que fazem parte da African Malária and Media Reseach Network (AMMREN) visitaram aquele centro, localizado em Mombaça. Os jornalistas estiveram em Mombaça entre os dias 23 e 27 de Abril a participar num workshop sobre a malária promovido pela AMMREN, MCTA, KEMRI e outros parceiros. Na dia 25 de Abril, visitam as instalações do KMERI onde inteiraram-se dos esforços que o Governo daquele país e parceiros estão a realizar para trazer uma vacina que pode ser usada, com maior eficácia, para o tratamento da malária. Localizado no distrito de Kilifi, província de Coast, o centro está a fazer ensaios em menores seleccionados nas comunidades depois de longas conversas e sensibilização dos pais. Alem de Kilifi, os ensaios estão a ser realizados em Junju, um povoado do mesmo distrito. De acordo com o director clínico de KEMRI, os ensaios estão a decorrer a um ritmo satisfatório e dentro das expectativas. No entanto, ressalvou que há sempre situações, ainda de pequena dimensão, que podem acontecer, fora daquilo que é de desejar. Entretanto, Bernhard Ogutu, um dos médicos que acompanha os ensaios reafirmou, durante o encontro, a informação segundo a qual até 2010 poderemos ter a vacina contra a doença que mais mata crianças e mulheres grávidas no continente negro. Ogutu faz parte do KEMRI e da Malária Clinical Trials Alliance (MCTA), está última instituição que apoio vários centros nas pesquisas de vacinas e de outro tipo de medicamento para a malária. De acordo com este médico os ensaios que decorrem no Quénia são para confirmar, dentro outras coisas, a eficácia e segurança que já foi verificada noutros estudos similares. Quando concluída a fase dois, iniciará um outro ensaio envolvendo cerca de 16000 crianças. Esta será administrada em 10 países onde existem centros com capacidade para fazer testes da malária. Dentre outros centros, particular destaque vai para o Centro de Investigação em Saúde da Manhiça (CISM), de Bagamoyo e Korogue, ambos em Tanzânia, de Kintampo, Agogo e Navrongo, no Gana, entre outros. Ainda no Dia da Luta Contra a Malária, os jornalistas visitaram o Hospital de Kilifi e uma unidade sanitária de Pingilikani. Naquelas duas unidades, os profissionais apuram que a tendência de episódios e óbitos por malária está a baixar, fruto da atenção que está a ser levada a cabo, de forma particular, pelos médicos que estão envolvidos nos ensaios de uma nova vacina. Ainda em Pingilikani, os membros da AMMREN distribuíram centenas de redes mosquiteiras para os membros da comunidade. Fim do texto………………………
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