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Na luta contra malária: África deve reforçar partilha de estratégiasA NECESSIDADE de maior partilha de estratégias e responsabilidade entre os Estados africanos que lutam contra a malária voltou a ser enfatizada ontem, em Dar-es-Salaam, Tanzania, por cientistas envolvidos nas pesquisas que em 2011 podem trazer uma vacina para a prevenção da malária, produto que se acredita irá erradicar esta doença. De acordo com Hassan Mshinda, director do Instituto de Saúde Infakara, a malária é um problema dos africanos e cabe a estes saberem conjugar políticas para se livrar desta enfermidade. Frisou que mais do que nunca, hoje é evidente que se um país se desdobra na eliminação dos vectores do parasita que provoca a malária, enquanto os demais continuam indiferentes, o esforço será nulo. Tudo porque os mosquitos podem emigrar de um país para o outro, o que só pode ser reduzido caso haja, em todos os Estados a partilha de estratégias. Mshinda falava minutos depois do lançamento da primeira edição da revista “Eyes on Malária”, propriedade da Rede de Jornalistas Africanos de Pesquisa da Malária, uma organização sediada em Gana que congrega repórteres e cientistas ligados aos estudos tendentes a encontrar soluções medicinais eficazes para controlar ou erradicar a malária.
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